CULTURA ITALIANA
Gnocchi da Fortuna
29.03.2016

O gnocchi, famoso prato italiano, há tempos tem data marcada para ser degustado, todo dia 29 de cada mês. Segundo uma lenda, comê-lo neste dia traz sorte e fortuna.
A lenda nasceu na Itália, já que o prato é italiano, por magia ou superstição, cada vez mais, nos dias 29 as pessoas vão em sua busca. Saboreando esse prato, acreditam ter sorte pelos próximos 30 dias. Alguns comem apenas sete nhoques, mastigando sete vezes cada um. Outros devoram tudo, pois julgam importante não haver sobra. A lenda mais conhecida conta que um andarilho, ao chegar a uma pequena cidade, bateu à porta de um casal de velhinhos no dia 29. Pediu um prato de comida e recebeu o alimento que tinham à mesa: GNOCCHI. Tempos depois, o andarilho retornou à casa para contar que após aquele dia passou a ter muita sorte e ganhou muito dinheiro.
Coloque a maior nota que você tem na carteira antes de come-los. Alguns dizem que o dinheiro deve ficar guardado embaixo do prato até o próximo dia 29. Já outros afirmam que a quantia deve ser doada para os necessitados ou novamente usada na próxima simpatia.
Assim no dia 29 de cada mês, deve-se colocar uma nota de dinheiro embaixo do prato de nhoque. Deve-se comer sete bolinhas do Gnocchi (alguns o fazem de pé) mentalizando um pedido. Guarde a nota do dinheiro até o dia 29 do mês seguinte. Depois saboreie com prazer o resto do Gnocchi do prato .
Muitas pessoas repetem essa tradição e dizem que o prato ajudou a concretizar projetos, arrumar companhias ou favorecer reconciliações, e além de tudo, o Gnocchi da Cantina é único, e te faz viajar em pensamento! Todos os dias 29 temos encontro marcados aqui, com o pensamento positivo!

 

Mântua é eleita capital Italiana da cultura de 2016
28.03.2016

A cidade de Mântua localizada no Norte da Itália foi eleita como a Capital Italiana da Cultura de 2016. A cidade é considerada o Berço do Renascimento e Patrimônio da Humanidade da Unesco e acabou ganhando o título após uma longa restauração da cidade.

Foi anunciado pelo ministro dos Bens Culturais e do Turismo do país, Dario Franceschini, em uma reunião nacional do Ministério que nunca esteve tão cheio de gente e expectativa.

Junto com o título também vem um prêmio de 1 milhão de Euros para realizar o projeto apresentado, segundo o júri responsável pela seleção, Marco Cammeli, o que destacou a cidade das outras concorrentes foi a experiência que o município teve na competição da capital européia da Cultura de 2019, porém quem acabou ganhando esse título foi a cidade de Matera, a região da Basilicata.

O prefeito da cidade disse que o que realmente importa não é apenas o dinheiro recebido, mas o reconhecimento da cidade, que é pequena mas tem uma vocação internacional e patrimônio extraordinário.

Ele também afirma que estão procurando abri-la para o mundo, fazendo investimentos na recuperação do patrimônio, em uma regeneração urbana e na confiança de uma cidade que deseja ser levantada em conta muito mais um país e na Europa.

O ministro completa que Mântua é uma cidade muito bela e com grandes tradições e que, de ano em ano, o reconhecimento será cada vez mais importante e também, certamente, irá crescer o número de concorrentes. 

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Tarantella: A dança típica do Sul da Itália
18.03.2016

Sua origem talvez se referiria as tarantulas, por serem muito comum na região, devido o ritmo da música ser acelerado e ajudar na circulação sanguínea, evitando a morte quando picado por uma tarantula. Porém a versão mais plausível é Taranto, cidade da região de Puglia ao Sul da Itália.

A tarantella é uma dança popular e composição musical, em compasso binário composto (6/8), geralmente em modo menor, de caráter vivo, caracterizada pela troca rápida de casais. Dizem as lendas que não se deve dançar a Tarantella a sós, pois traz azar. É impossível resistir ao ritmo energético, vital, obsessivo e sem trégua dos acordes. As melodias sensuais provocam uma espécie de transe e o som dá asas aos impulsos mais profundos e incontroláveis. Forma-se um círculo dançante, executado no sentido horário até a música se tornar rápida, quando todos trocam de direção. O ciclo ocorre algumas vezes, eventualmente ficando tão rápido que é muito difícil manter o ritmo. Em geral é conduzida por um cantor central e acompanhada por castanholas e tamborim. 

Com o passar dos anos, esta dança tornou-se indispensável nas festas de súplicas e agradecimentos. É apresentada em pares, marcada por andamentos rápidos e exuberantes. 

Vemos muito demonstrações destas danças em filmes, mas tornou-se uma forma clichê de reprodução de festas italianas. 

Vocês já participou de uma Tarantella original? Conhece alguém que já participou? Algum relato de família? Já ouviu aqui na Artesanalli?

CASA DI GIULIETTA
14.03.2016

Apesar de Romeu e Julieta (em italiano, Giulietta) ser uma obra fictícia, muita gente jura que seus protagonistas de fato existiram. Há um santuário oficial na cidade de Verona, localizada no norte da Itália, resolveu abraçar seu posto como berço desse amor. Trata-se de um lindo casarão com jardim interno que, há um século, foi reformado para receber os devotos da saga do trágico casal.

A casa é aberta a visitação e os turistas podem, inclusive, subir até a sacada onde, supostamente, Romeu se declararou à Giulietta. No pátio da casa há a estátua de bronze da personagem, cujo seio direito, segundo reza a lenda, traz boa sorte no casamento a quem o toca. A varandinha do andar superior é o cenário perfeito para o romance de Shakespeare. No subsolo da casa existe uma tumba que se diz contém o corpo de Giulietta.

Outras superstições se espalham pelas paredes da entrada, é ali que são depositadas mensagens e cartas de amor coladas com chiclete ou escritas à mão no próprio muro. A prefeitura de Verona já tentou conter a tradição com multas e policiamento, a fim de preservar o patrimônio, mas não foi suficiente. Também foram postos painéis de papel para que os visitantes não escrevessem nas paredes, mas também não funcionou. Uma das ações recentes da prefeitura foi tentar incentivar fotos ao invés dos bilhetes com o lema:  “Mais selfies, menos escritos”.

No filme "Cartas para Giulietta" são citadas as secretárias de Giulietta, que realmente existem, elas respondem as cartas que são deixadas para Giulietta pedindo conselhos amorosos ou agradecendo pela sorte no amor. O que se conta é que a primeira carta chegou nos anos 1930, logo quando o filme de Cukor foi lançado. No destinatário, constava apenas: “Julieta, Verona e foi entregue na suposta tumba da personagem. Quando viu a carta, o coveiro, que era um veterano da Primeira Guerra Mundial e sabia um pouco de inglês, escreveu uma resposta, assim como para as novas correspondências que começaram a chegar. Com o passar do tempo, a tarefa de responder as cartas foi passada a um poeta local, mas logo descobriram sua identidade, e ele desistiu do cargo de secretário de Julieta. Foi só nos anos 1980, que a prefeitura de Verona passou a tarefa ao Club di Giuliett, um grupo que promove iniciativas da cidade associadas à peça de Shakespeare. 

Além das cartas que são deixadas na parede, a casa de Julieta também disponibiliza outros artifícios para os amantes que precisam de conselhos: uma caixa postal para onde as cartas podem ser enviadas, e terminais de computador dispostos em gabinetes metálicos que imitam antiguidades, de onde os visitantes podem enviar mensagens eletrônicas para Julieta. Mas, felizmente, a tradição ainda perdura em Verona: a maioria das correspondências recebidas pelas secretárias de Julieta são cartas escritas à mão. 

Lenda ou não, muitos ainda acreditam no poder do amor dos Montechio e Capuleto, assim, talvez por esse motivo ainda seja tão frequentada a Casa di Giulietta com muitos pedidos e conselhos amorosos.

Basílica de São Marcos
07.03.2016

A Basílica de São Marcos (em italiano: Basilica di San Marco) é a mais famosa das igrejas de Veneza, Itália, e um dos melhores exemplos da arquitetura bizantina. Localizada na Praça de São Marcos (em italiano: Piazza di San Marco), ao lado do Palácio dos Doges, a basílica é a sede da arquidiocese católica romana de Veneza desde 1807.

A primeira igreja construída no local foi um edifício temporário no Palácio dos Doges, construído em 828, quando mercadores venezianos adquiriram de Alexandria as supostas relíquias de São Marcos Evangelista. Em 832, um novo edifício foi erguido, no local da atual basílica; esta igreja foi incendiada durante uma rebelião em 976, reconstruída em 978 e, mais uma vez, em 1063, no que viria a ser a base do atual edifício.

A igreja apresenta uma planta em cruz grega, baseada nos exemplos de Basílica de Santa Sofia e da Basílica dos Apóstolos, ambas em Constantinopla. Possui um coro elevado acima de uma cripta. A planta do interior consiste em três naves longitudinais e três transversais. Um baldaquino cobre o altar principal, com colunas decoradas com relevos do século XI. O retábulo é a famosa Pala d´Oro - um trabalho em metal bizantino de 1105. Atrás do altar principal há um segundo altar com colunas de alabastro. Os cercados do coro, acima dos quais há três relevos de Sansovino, apresentam obra de marchetaria de Fra Sebastiano Schiavone. Os dois púlpitos de mármore da nave são decorados com estatuetas dos irmãos Massegne (1394).

A basílica foi consagrada em 1094, no mesmo ano em que o corpo de São Marcos foi supostamente reencontrado num pilar pelo Doge Vitale Falier. A cripta passou então a abrigar as relíquias até 1811. O edifício também possui uma torre baixa, que alguns pensam ter integrado o Palácio dos Doges original.

Embora a estrutura básica do edifício tenha sido pouco alterada, sua decoração mudou muito ao longo do tempo. Foi adornado ao longo do tempo, especialmente no século XIV, e era raro um navio veneziano voltar do oriente sem trazer uma coluna, capitéis ou frisos retirados de algum edifício antigo e destinados à igreja. Aos poucos, a alvenaria exterior de tijolos foi recoberta com mármores e outros elementos, alguns mais antigos que o próprio prédio. Uma nova fachada foi erguida e os domos foram cobertos com estruturas mais altas em madeira, de modo a tornar o conjunto mais harmônico com o novo estilo gótico do Palácio dos Doges.

Por dentro, as paredes foram recobertas com mosaicos, numa mistura dos estilos bizantino e gótico; o piso, do século XII, é uma mistura de mosaico e mármore em padrões geométricos e desenhos de animais. Os mosaicos contêm ouro, bronze e uma grande variedade de pedras.

Os Cavalos de São Marcos foram acrescentados à basílica em torno de 1254. São obra da Antiguidade Clássica; alguns creem que antes adornaram o Arco de Trajano. Foram enviados para Veneza em 1204 pelo Doge Enrico Dandolo, como parte do saque de Constantinopla na Quarta Cruzada. Foram retirados por Napoleão em 1797, mas devolvidos à basílica em 1815, onde permaneceram até os anos 1990. Encontram-se atualmente numa sala de exposições, havendo sido substituídos por réplicas em fibra de vidro.

 

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